Oraculo de Delphos

"Os livres pensadores são perigosos"

(Alessandro Costa)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

"Cansei da humanidade. Mas continuo"




Em meio a uma sociedade que vive em uma profunda alienação,e influenciada a todo instante pela mídia ,é necessário o resgate de pessoas idealistas,que saibam discutir as idéias e os acontecimentos do mundo. 
E mais do que tudo um idealista enxerga o dinheiro como uma necessidade e não como um instrumento de corromper o caráter inerente do homem.
Idealistas são Facilmente reconhecíveis por seu entusiasmo e preocupação com as pessoas (humanismo), os “tipo Idealistas” têm como forma favorita de percepção a intuição. São, principalmente, sentimentais, razão pela qual costumam dirigir seus dons para o trabalho com pessoas, contribuindo não apenas para o conforto psicológico delas, mas também para o desenvolvimento de seu potencial. Suas inteligências mais notáveis são a emocional (interpessoal e intrapessoal) e a lingüística. Esses talentos lhes possibilitam trabalhar também com Arte, Literatura, Dramaturgia, Jornalismo e Ciência. 
Os “tipos Idealistas” são muito preocupados com valores humanos (solidariedade, igualdade, liberdade, integridade) e ética. No grupo, estão as personalidades mais laureadas com o Nobel da Paz e da Literatura. Bons exemplos foram: Mahatma Gandhi, Castro Alves, Fernando Pessoa, Ruth Cardoso, Chico Xavier, Mikhail Gorbatchev, Sérgio Vieira de Mello, Maria Montessori etc.

FILHADAPUTANDO...


Eu filhodaputo
Tu filhadaputas
ele filhadaputa
     nós filhadaputamos
vós filhadaputais
  eles filhasdaputam

Na boa, tem gente que não precisa mais de outra palavra para descrevê-lo 
(Imagem meramente ilustrativa)


IDEALISTAS E NÃO MEDÍOCRES...



O que a gente é não está naquilo que pensamos ou falamos, mas nas coisas que fazemos! Nada traduz melhor nossas intenções do que nossas ações. Agindo direito, você se torna direito e agindo mal, no próprio mal você se transforma. Grandes idéias denotam inteligência. Belos discursos demonstram brilhantismo e eloqüência. Mas somente ações concretas revelam a nossa competência.  Fazer o bem é melhor do que falar bem, pois muita prosa quase sempre corresponde a pouca obra. Se você não possui uma boa razão para fazer algo, já tem uma ótima razão para deixar de fazer. Falar é fácil e pouco compromisso exige de quem fala. Converter palavras em ações é a questão, pois agir depende de trabalho, entusiasmo e energia. Assim é mais sensato não fazer por livre escolha do que viver falando o que deve ser feito e nunca agir. Somente quando você pratica um pouco de todas as boas coisas em que acredita e em todas as grandes idéias que defende nas suas palavras, você ajuda a construir o mundo sobre o qual tem falado.

Redes sociais e os novos paradigmas para educação


Escola sem paredes, carteiras e conceitos pré-estabelecidos. Tudo interconectado numa rede de conhecimento sem limites.
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Nas últimas décadas quase nada mudou no modelo de ensino. Um padrão que escolas e universidades obedecem sem maiores questionamentos: alunos, professores, salas de aula, disciplinas fechadas em áreas de conhecimento, evolução ano a ano, provas, hora do recreio, etc.
Instituições particulares e governos, interessados em ampliar o acesso para atender o crescimento da população, pensam cartesianamente, construindo novas estruturas de tijolo e cimento.
Sim, é preciso observar o crescimento exponencial do EAD (Ensino a Distância ou e-learning), nada além de video-aulas com chat. Com o EAD, as instituições de ensino estão conseguindo levar a monotonia da aula expositiva ao máximo. Também é preciso reconhecer o crescimento do uso de ferramentas digitais (videos, fóruns, websites, editores de texto, etc.) por alunos e professores um ganho de produtividade (ou reprodutibilidade), distribuição de informação e colaboração.
Também está ocorrendo um crescente uso de novas tecnologias em salas de aula e algumas universidades norte-americanas já entregam iPads para os alunos no momento da matrícula. Em resumo, o que estamos fazendo é adaptar dentro do velho modelo de ensino às novas ferramentas e práticas do universo digital, algo sem expressão, originalidade ou inovação.
A internet social e sua infinita conectividade está modificando o cenário de como os jovens adquirem conhecimento, indo mais longe, de como os jovens produzem, transformam e compartilham conhecimento.
A arquitetura da sala de aula, do silêncio disciplinar, não existe no universo digital onde a regra é interagir a todo instante. Tudo no virtual é espaço de aprendizagem, a infinita biblioteca de Babel de Jorge Luis Borges. Nesta biblioteca, as diferentes áreas do conhecimento espalham-se por diferentes espaços conectados por hiperlinks, pesquisas, inovação, blogs, tweets, scraps…
Aprende-se os princípios da eletricidade construindo-se um robô com partes de um celular, assistindo-se a um vídeo sobre tempestades tropicais e conversando online com um especialista indiano, tudo ao mesmo tempo agora. Ao contrário do espaço organizado, regular, controlado e estruturado da escola, as redes sociais promovem o auto-aprendizado, a capacidade crítica, a discussão em grupo, a colaboração e a associatividade.
Nas redes sociais, professores/mestres são aqueles capazes de apontar os caminhos dentro do universo virtual capazes de levar o aluno/aprendiz ao conhecimento. Nada de respostas prontas ou padronizadas. Aprender no virtual é uma jornada infinita, não um livro com um número exato de páginas.
A combinação das ferramentas de comunicação digitais, as bases de informação e os relacionamentos das redes sociais transformam o ciberespaço na nova escola, sem paredes, sem carteiras, sem conceitos pré-estabelecidos. Tudo está interconectado numa rede de conhecimento sem limites.